A vaginose bacteriana (VB) permanece como uma das condições ginecológicas mais prevalentes e desafiadoras, especialmente devido às elevadas taxas de recorrência, que atingem aproximadamente 50–60% das mulheres dentro de 6 a 9 meses, mesmo após terapias inicialmente eficazes. Embora os esquemas antimicrobianos disponíveis apresentem boa resposta clínica no curto prazo, a recorrência frequente levanta questionamentos…...
A vaginose bacteriana (VB) afeta cerca de uma em cada quatro mulheres em todo o mundo, com maior prevalência em regiões de recursos limitados. Esta condição está associada a múltiplas complicações ginecológicas e obstétricas, muitas das quais apresentam relações bidirecionais ou se reforçam mutuamente. Profundas alterações na composição da microbiota vaginal, acompanhadas de mudanças significativas…...
Publicação do American College of Obstetricians & Gynecologists fornece novas orientações sobre o tratamento da parceria sexual no manejo da VB recorrente e levanta considerações importantes sobre a implementação desta terapêutica A vaginose bacteriana (VB) é a principal causa de vulvovaginite na vida reprodutiva, sendo caracterizada por uma alta taxa de recorrência — até 66%…...
A vaginose bacteriana (VB), uma alteração complexa da microbiota vaginal caracterizada pela substituição dos lactobacilos e pela supercrescimento de bactérias anaeróbias facultativas e obrigatórias, apresenta alta prevalência em mulheres em idade reprodutiva. Dada a relevância clínica, seu manejo deve ser rigoroso, baseado em evidências científicas consolidadas. A utilização de formulações tópicas contendo ácido lático e…...
Estudo GALE (Gynecology and Lubricant Effects) revela como lubrificantes podem impactar a microbiota e que mulheres na pós-menopausa e com histórico de vaginose bacteriana são mais vulneráveis Lubrificantes vaginais são amplamente utilizados tanto durante a atividade sexual quanto em procedimentos clínicos, como o exame de ultrassonografia transvaginal (USTV). Estudos mostram que maioria dos lubrificantes à…...
O manejo da vaginose bacteriana recorrente exige uma abordagem completa e detalhada que combina acompanhamento médico regular e medidas preventivas comportamentais. Essas estratégias são essenciais para minimizar as chances de recorrência, promover o equilíbrio da flora vaginal e melhorar a qualidade de vida das pacientes. Apresentamos a seguir as principais orientações para pacientes com diagnóstico…...