O Mycoplasma genitalium é um agente de infecção sexualmente transmissível (IST) emergente, associada à uretrite não gonocócica, cervicite e doença inflamatória pélvica, com prevalência estimada entre 1% e 3% na população geral e taxas mais elevadas em populações de maior risco (4 a 38% em clínicas especializadas em ISTs). A crescente identificação de resistência aos…...
Publicação das diretrizes atualizadas da Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça as principais recomendações de rastreamento em pessoas assintomáticas As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) permanecem como um importante problema de saúde pública global. Estimativas recentes da Organização Mundial da Saúde indicam que ocorrem aproximadamente 374 milhões de novos casos anuais de ISTs curáveis em pessoas…...
Publicação do American College of Obstetricians & Gynecologists fornece novas orientações sobre o tratamento da parceria sexual no manejo da VB recorrente e levanta considerações importantes sobre a implementação desta terapêutica A vaginose bacteriana (VB) é a principal causa de vulvovaginite na vida reprodutiva, sendo caracterizada por uma alta taxa de recorrência — até 66%…...
A infecção por Chlamydia trachomatis permanece entre as ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) mais comuns em escala global, representando um desafio relevante para a saúde pública em diferentes contextos. Um fator que contribui para sua ampla disseminação é o fato de que, na maioria dos casos, a infecção é assintomática, dificultando o diagnóstico oportuno e favorecendo…...
A Doxy PEP (profilaxia pós-exposição com doxiciclina) é uma estratégia emergente na prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) bacterianas, baseada na administração oral de 200 mg de doxiciclina em dose única, até 72 horas após uma relação sexual de risco. Desde 2023, essa abordagem passou a ser formalmente recomendada pelo CDC (Centers for Disease Control…...
As úlceras genitais são condições clínicas desafiadoras devido à ampla gama de etiologias possíveis, incluindo causas infecciosas e não infecciosas, além de sua apresentação frequentemente inespecífica. Essa diversidade pode gerar confusão diagnóstica, especialmente em cenários com recursos limitados. Para lidar com essas dificuldades, o tratamento sindrômico desempenha um papel crucial, permitindo o manejo imediato e…...