Position Paper conjunto da FIGO (Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia) e IMS (International Menopause Society) reforça a importância do cuidado precoce para reduzir as consequências a longo prazo da insuficiência ovariana prematura e da menopausa precoce. A insuficiência ovariana prematura (IOP), definida pela perda transitória ou definitiva da função ovariana antes dos 40 anos,…...
O uso de terapia hormonal afirmativa de gênero com testosterona em indivíduos transmasculinos e de gênero diverso tem se tornado cada vez mais frequente, ampliando a demanda por cuidados ginecológicos especializados, individualizados e culturalmente sensíveis. Essa população inclui pessoas designadas do sexo feminino ao nascimento que se identificam como homens, não binárias ou com outras…...
Consenso publicado pelo ACOG e revisão do periódico Obstetrician & Gynaecologist apresentam condições associadas à elevação da gonadotrofina coriônica humana fora da gestação e o papel dos ginecologistas no manejo e seguimento destes casos O beta-hCG é um marcador laboratorial classicamente associado à gestação, especialmente na avaliação inicial de gravidez, gestação ectópica e perdas gestacionais…...
A puberdade precoce central (PPC) representa uma condição neuroendócrina de grande relevância clínica, caracterizada pela ativação prematura do eixo hipotálamo–hipófise–gonadal e pelo desenvolvimento antecipado de caracteres sexuais secundários. Tradicionalmente definida pelo início puberal antes dos 8 anos em meninas e antes dos 9 anos em meninos, a PPC pode estar associada a comprometimento da estatura…...
Recomendações das diretrizes: Royal College of Obstetricians and Gynecologists – RCOG (2016), Society of Obstetricians and Gynecologists of Canada – SOGC (2019) e American College of Obstetricians and Gynecologists – ACOG (2023) A hiperplasia endometrial é caracterizada pela proliferação glandular com aumento da relação glândula/estroma em relação ao endométrio proliferativo normal. Sua principal relevância clínica…...
Os esteroides androgênicos anabolizantes (EAAs) foram desenvolvidos originalmente na década de 1930 a partir de modificações químicas da testosterona para fins terapêuticos, demonstrando capacidade de promover crescimento muscular e melhora do desempenho físico. Inúmeras outras opções modificadas passaram então a ser desenvolvidas para otimizar o efeitos anabólicos, ao mesmo tempo que buscam mitigar os efeitos…...