A infecção pelo papilomavírus humano (HPV) é extremamente prevalente entre indivíduos que mantêm ou já mantiveram atividade sexual, inclusive entre aqueles que utilizam preservativos de forma consistente. Estima-se que aproximadamente 70% a 80% das pessoas serão infectadas ao longo da vida, sobretudo nos primeiros cinco anos após o início da atividade sexual, sendo que a…...
A incorporação de dispositivos (brinquedos) sexuais na prática ginecológica contemporânea reflete o reconhecimento da sexualidade como componente essencial do bem-estar físico, emocional e relacional. Do ponto de vista clínico, dispositivos sexuais são objetos projetados para aumentar a excitação, facilitar a penetração e auxiliar terapeuticamente em diversas disfunções sexuais, podendo desempenhar papel terapêutico relevante em condições…...
O Mycoplasma genitalium é um agente de infecção sexualmente transmissível (IST) emergente, associada à uretrite não gonocócica, cervicite e doença inflamatória pélvica, com prevalência estimada entre 1% e 3% na população geral e taxas mais elevadas em populações de maior risco (4 a 38% em clínicas especializadas em ISTs). A crescente identificação de resistência aos…...
Publicação das diretrizes atualizadas da Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça as principais recomendações de rastreamento em pessoas assintomáticas As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) permanecem como um importante problema de saúde pública global. Estimativas recentes da Organização Mundial da Saúde indicam que ocorrem aproximadamente 374 milhões de novos casos anuais de ISTs curáveis em pessoas…...
Publicação do American College of Obstetricians & Gynecologists fornece novas orientações sobre o tratamento da parceria sexual no manejo da VB recorrente e levanta considerações importantes sobre a implementação desta terapêutica A vaginose bacteriana (VB) é a principal causa de vulvovaginite na vida reprodutiva, sendo caracterizada por uma alta taxa de recorrência — até 66%…...
A infecção por Chlamydia trachomatis permanece entre as ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) mais comuns em escala global, representando um desafio relevante para a saúde pública em diferentes contextos. Um fator que contribui para sua ampla disseminação é o fato de que, na maioria dos casos, a infecção é assintomática, dificultando o diagnóstico oportuno e favorecendo…...