Em relação aos efeitos da terapia hormonal (TH) em pacientes com miomas, os dados disponíveis são conflitantes. Enquanto alguns estudos mostram influência significativa no aumento dos miomas e na frequência de miomas detectados na pós-menopausa, a maioria não conseguiu demonstrar aumento signifi-cativo no tamanho dos miomas, apesar de poder haver uma tendência. É importante destacar…...
Hormônios sexuais podem afetar a ocorrência de convulsões em pacientes com epilepsia, assim como o uso de hormônios exógenos pode afetar o tratamento com anticonvulsivantes. Esta associação e possível interferência está muito mais estabelecida para contraceptivos hormonais. No entanto, há poucos dados disponíveis em relação ao efeito da menopausa e da terapia hormonal (TH). Enquanto…...
Doença mental grave é definida como transtorno mental, compor-tamental ou emocional que causa prejuízo funcional significativo e limita a capacidade de realizar atividades diárias. Das inúmeras doenças mentais graves, esquizofrenia e transtorno esquizoafetivo merecem atenção especial devido à sua prevalência e apresentação cronicamente debilitante. Três características são comumente compartilhadas entre os dois transtornos: sintomas positivos…...
Sabe-se que ablação endometrial (AE) é uma opção de tratamento minimamente invasivo para controle do sangramento uterino anormal, principalmente em casos seletos de mulheres na perimenopausa, com cavidade uterina normal, sem desejo reprodutivo e que não responderam ou têm contraindicação a tratamentos medicamentosos. Também tem sido realizada como adjuvante no tratamento cirúrgico de doenças benignas…...
Métodos hormonais combinados (E+P) Anticoncepcionais orais – Evitar formulações multifásicas – Preferir formulações com estrogênios natural ou EE ≤ 30 µg/dia – Para evitar os sintomas da pausa: Anel vaginal / Adesivo -Para evitar os sintomas da pausa: Injetável mensal Alternativa aos métodos combinados Métodos hormonais com progestagênio isolado Pilula / Implante / SIU levonorgestrel…...
Pacientes portadoras de mutação patogênica no gene BRCA1 têm um risco estimado de desenvolver câncer de mama e ovário até os 80 anos de 72% e 44%, respectivamente, enquanto as portadoras de mutação BRCA2 têm risco de 69% e 17%. As principais diretrizes recomendam que mulheres com mutação BRCA1 sejam elegíveis para salpingo-ooforectomia bilateral redutora…...