A amenorreia hipotalâmica funcional (AHF) é uma forma de anovulação crônica que não decorre de causas orgânicas estruturais identificáveis, sendo caracterizada por uma redução funcional do estímulo pulsátil do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH). Essa diminuição na atividade do GnRH leva à redução da frequência dos pulsos de LH e a níveis de LH e…...
As estatinas constituem, de forma consistente, a base do tratamento das dislipidemias nas principais diretrizes internacionais, com evidência robusta na redução do LDL-colesterol (LDL-c) e na prevenção de eventos cardiovasculares. Metanálises demonstram que a redução do LDL-c está associada a uma diminuição importante no risco de eventos cardiovasculares maiores, além de redução significativa da mortalidade…...
A avaliação clínica adequada da perda capilar (alopecia) em mulheres é essencial para o diagnóstico preciso e para a escolha do tratamento mais eficaz. O uso de escalas padronizadas de graduação da alopecia é fundamental, pois permite quantificar a extensão da perda capilar, acompanhar a progressão da doença e avaliar a resposta terapêutica de forma…...
A Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025 (DBHA 2025) representa um marco na atualização das recomendações nacionais para o diagnóstico, acompanhamento e tratamento da hipertensão arterial (HA). Elaborada de forma conjunta pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), a diretriz consolida as evidências científicas mais…...
O Índice de Ferriman e Gallwey modificado (Hatch et al., 1981) é a ferramenta visual mais amplamente utilizada para a avaliação clínica do hirsutismo — o crescimento excessivo de pelos terminais em mulheres, em áreas típicas de distribuição masculina. O método analisa 9 regiões corporais, graduando a presença e a densidade dos pelos terminais (espessos,…...
A saúde cardiometabólica feminina ao longo do ciclo de vida exige uma abordagem própria porque os riscos, os determinantes biológicos e sociais e as janelas de vulnerabilidade diferem dos dos homens. Fatores como menarca, contracepção hormonal, gestação (incluindo diabetes e hipertensão gestacionais), síndrome dos ovários policísticos, transição menopausal, doenças autoimunes mais prevalentes em mulheres e…...