Revisão sistemática e análise multidisciplinar envolvendo especialistas internacionais em Oncologia Ginecológica e Endometriose apresentam os dados mais atuais sobre esta possível associação A endometriose é uma doença inflamatória crônica, dependente de estrogênio, que afeta aproximadamente 10% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo, correspondendo a mais de 175 milhões de indivíduos. Além de…...
O O-RADS US (Ovarian-Adnexal Reporting and Data System – Ultrasound) é um sistema padronizado de classificação ultrassonográfica das lesões ovarianas e anexiais, desenvolvido para estimar o risco de malignidade e orientar a conduta clínica de forma mais uniforme. Seu objetivo é organizar a descrição dos achados por meio de um léxico comum, reduzir a variabilidade…...
Revisão publicada em fevereiro de 2026 na Obstetrics & Gynecology apresenta uma análise comparativa das principais diretrizes internacionais para manejo dos cânceres ginecológicos em pacientes com desejo de preservação da fertilidade Atualmente, uma parcela significativa dos diagnósticos de câncer ginecológico ocorre antes da menopausa. Dados epidemiológicos dos Estados Unidos apontam que cerca de 37,9% dos…...
O avanço da ultrassonografia ginecológica tem desempenhado papel central na avaliação de massas anexiais, especialmente na diferenciação entre lesões benignas e malignas. Nesse contexto, o classificação do grupo IOTA (International Ovarian Tumor Analysis), amplamente reconhecido internacionalmente, ocupa posição central na prática clínica ginecológica, sendo considerada uma das ferramentas mais validadas para estratificação de risco em…...
O hormônio antimülleriano (AMH) é uma glicoproteína de aproximadamente 140 kDa, produzida pelas células da granulosa dos folículos pré-antrais e antrais pequenos, sendo amplamente reconhecido como um dos principais biomarcadores da reserva ovariana. Sua principal vantagem clínica reside na baixa variabilidade ao longo do ciclo menstrual (em não usuárias de contraceptivos hormonais), o que permite…...
O diagnóstico de cistos ovarianos em mulheres na pós-menopausa tem se tornado cada vez mais frequente, impulsionado pelo aumento da realização de exames de imagem em contextos de cuidado médico. Estima-se que até 18% das mulheres na pós-menopausa possam apresentar cistos ovarianos detectáveis em exames de ultrassonografia, sendo a maioria deles assintomáticos e benignos. Apesar…...