As lesões proliferativas mamárias com atipia constituem um grupo heterogêneo de alterações histopatológicas associadas a aumento do risco de desenvolvimento de câncer de mama e, em alguns cenários, à possibilidade de coexistência de carcinoma não identificado na biópsia inicial. Nesse espectro estão incluídas a atipia epitelial plana, a hiperplasia ductal atípica, a hiperplasia lobular atípica…...
A discussão sobre terapia hormonal (TH) da menopausa após câncer de mama têm sido motivo de inúmeras revisões, consensos e reflexões recentes, propondo uma discussão mais individualizada e menos baseada em contraindicações absolutas. Entretanto, este tema tão sensível ainda exige cautela, transparência sobre as incertezas e decisão compartilhada centrada na paciente. Desde 1980, sabemos que…...
Revisão Cochrane avalia criticamente os principais modelos de predição de risco e realiza metanálise do desempenho na predição da ocorrência de câncer de mama. O câncer de mama é a neoplasia mais comum entre mulheres e acomete aproximadamente 1 em cada 8 mulheres ao longo da vida. Nesse contexto, uma abordagem padronizada de avaliação de…...
A Anvisa aprovou em julho de 2026 o fezolinetanto (Veoza®, Astellas), novo medicamento não hormonal para o manejo dos sintomas vasomotores moderados a intensos associados à menopausa. Já comercializado nos Estados Unidos desde 2023, o fármaco chega como uma alternativa terapêutica relevante para pacientes com contraindicação, limitações ou preferência por não utilizar terapia hormonal. Seu…...
As mastites e demais condições inflamatórias da mama representam um grupo heterogêneo de doenças com apresentações clínicas frequentemente sobrepostas, mas com fisiopatologia, evolução e tratamento distintos. Mastite lactacional, mastite granulomatosa e mastite periductal podem cursar com dor, eritema, massa palpável, abscesso, fístulas ou alterações de imagem que mimetizam neoplasia. Por isso, sua abordagem exige integração…...
A contracepção em pessoas que têm ou tiveram câncer de mama representa um tema de grande relevância clínica, ética e reprodutiva. Embora a gestação geralmente deva ser evitada durante o tratamento oncológico e por determinado período após sua conclusão, muitas pacientes permanecem sexualmente ativas e potencialmente férteis ao longo do tratamento e do seguimento. Nesse…...