A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia publicou em 2026 seu primeiro protocolo sobre diagnóstico e manejo da deficiência de ferro e vitamina B12 nas diferentes fases da vida da mulher As deficiências de ferro e vitamina B12 estão entre as principais causas de anemia na prática ginecológica. Sua relevância, porém, pode anteceder…...
Os transtornos de ansiedade constituem atualmente o grupo mais prevalente de transtornos psiquiátricos na população geral, com prevalência ao longo da vida estimada em aproximadamente 33%, incluindo transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do pânico, agorafobia, transtorno de ansiedade social e fobias específicas. A ocorrência é significativamente maior entre mulheres, com prevalência ao longo da vida…...
Metanálise publicada no Maturitas apresenta redução consistente e clinicamente relevante de medidas não-farmacológicas na insônia associada à menopausa. A insônia associada à menopausa e o climatério representa um problema clínico de elevada prevalência e impacto, decorrente principalmente das alterações hormonais que caracterizam essa fase da vida. Estima-se que cerca de 26% das mulheres na pós-menopausa…...
O uso crescente de agonistas do receptor de GLP-1 e coagonistas GIP/GLP-1 na prática clínica tem trazido novos desafios no contexto perioperatório. Essas medicações estão associadas ao retardo do esvaziamento gástrico e à maior probabilidade de retenção gástrica, o que teoricamente pode aumentar o risco de aspiração pulmonar durante a anestesia. No entanto, estudos observacionais…...
Índice de massa corpórea (IMC) Observação: a obesidade é historicamente diagnosticada com base no Índice de massa corporal (IMC), um método amplamente utilizado, mas que subestima ou superestima a adiposidade individual, comprometendo a avaliação clínica precisa. Para aprimorar a avaliação e manejo da obesidade, uma comissão de 58 especialistas de diversas especialidades médicas e países…...
A Diretriz de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose de 2025 atualiza e amplia os conceitos da versão de 2017, mantendo a estratificação de risco como eixo central, porém com uma abordagem mais refinada, individualizada e baseada no contínuo de risco cardiovascular. Para o ginecologista, compreender e incorporar esses novos conceitos é fundamental. Este especialista acompanha…...