A terapia com testosterona é uma intervenção central no cuidado afirmativo de gênero na população trans, promovendo mudanças corporais desejadas e contribuindo para a congruência de gênero. Ao mesmo tempo, seu uso também pode estar associado a alterações relevantes no trato genital inferior, especialmente no ambiente vulvovaginal, como atrofia e fragilidade epitelial, elevação do pH,…...
A segurança dos pacientes, a prática médica baseada em evidências e o uso responsável das terapias hormonais são temas de grande relevância para a saúde pública. Diante da crescente oferta e divulgação de implantes hormonais manipulados para diferentes finalidades, é fundamental ampliar o acesso a informações científicas qualificadas e promover o debate responsável sobre eficácia,…...
A vulvodínia é definida pela International Society for the Study of Vulvovaginal Disease, pela International Society for the Study of Women’s Sexual Health e pela International Pelvic Pain Society como uma dor vulvar persistente por pelo menos três meses, sem causa identificável clara, mas associada a fatores predisponentes. Trata-se de uma síndrome de dor crônica…...
O uso crescente de agonistas do receptor de GLP-1 e coagonistas GIP/GLP-1 na prática clínica tem trazido novos desafios no contexto perioperatório. Essas medicações estão associadas ao retardo do esvaziamento gástrico e à maior probabilidade de retenção gástrica, o que teoricamente pode aumentar o risco de aspiração pulmonar durante a anestesia. No entanto, estudos observacionais…...
Em fevereiro de 2025, a Society of Surgical Oncology (SSO) publicou um posicionamento relevante com o objetivo de servir de referência baseada em evidências para médicos, especialmente cirurgiões da mama, que orientam pacientes quanto às indicações, benefícios, riscos e alternativas à mastectomia/adenomastectomia bilateral redutora de risco (MBRR). Trata-se da versão atualizada do posicionamento publicado em…...