Revisão publicada em fevereiro de 2026 na Obstetrics & Gynecology apresenta uma análise comparativa das principais diretrizes internacionais para manejo dos cânceres ginecológicos em pacientes com desejo de preservação da fertilidade Atualmente, uma parcela significativa dos diagnósticos de câncer ginecológico ocorre antes da menopausa. Dados epidemiológicos dos Estados Unidos apontam que cerca de 37,9% dos…...
O avanço da ultrassonografia ginecológica tem desempenhado papel central na avaliação de massas anexiais, especialmente na diferenciação entre lesões benignas e malignas. Nesse contexto, o classificação do grupo IOTA (International Ovarian Tumor Analysis), amplamente reconhecido internacionalmente, ocupa posição central na prática clínica ginecológica, sendo considerada uma das ferramentas mais validadas para estratificação de risco em…...
A contracepção em pacientes com diagnóstico de câncer constitui um aspecto fundamental do cuidado reprodutivo, especialmente considerando os potenciais impactos do tratamento oncológico sobre a fertilidade, a saúde materna e os desfechos fetais. A escolha adequada do método contraceptivo nesse contexto requer avaliação individualizada e recomendações baseadas em evidências são essenciais para orientar profissionais de…...
O diagnóstico de cistos ovarianos em mulheres na pós-menopausa tem se tornado cada vez mais frequente, impulsionado pelo aumento da realização de exames de imagem em contextos de cuidado médico. Estima-se que até 18% das mulheres na pós-menopausa possam apresentar cistos ovarianos detectáveis em exames de ultrassonografia, sendo a maioria deles assintomáticos e benignos. Apesar…...
A investigação do câncer hereditário é um componente essencial da prática clínica moderna, pois permite identificar indivíduos e famílias com risco aumentado para o desenvolvimento de neoplasias ao longo da vida. Estima-se que 5–10% de todos os cânceres estejam associados a mutações germinativas patogênicas, proporção que pode ser ainda maior em tumores de início precoce…...
O sangramento pós-menopausa é um motivo frequente de atendimento ginecológico e, apesar da necessidade de investigação e exclusão de hiperplasia e câncer de endométrio, está relacionado a condições benignas na maioria dos casos. Para um manejo seguro e eficiente, diretrizes robustas são fundamentais, permitindo equilibrar a necessidade de investigação precoce com a minimização de procedimentos…...