A menopausa induzida pelo tratamento do câncer representa um desafio cada vez mais relevante na prática clínica, à medida que os avanços no diagnóstico e no tratamento oncológico têm aumentado significativamente a sobrevida das mulheres com câncer ginecológico. Como consequência, um número crescente de pacientes vivenciam os efeitos tardios da insuficiência ovariana prematura , incluindo…...
A estenose vaginal é uma consequência comum da radioterapia (RT) vaginal e pélvica, com incidência variando entre 50% e 80%. O problema geralmente surge nos primeiros cinco anos após a RT, embora manifestações tardias possam se desenvolver ao longo de vários anos após o tratamento. Isso ocorre porque a RT pode provocar inflamação e lesão…...
Consenso publicado pelo ACOG e revisão do periódico Obstetrician & Gynaecologist apresentam condições associadas à elevação da gonadotrofina coriônica humana fora da gestação e o papel dos ginecologistas no manejo e seguimento destes casos O beta-hCG é um marcador laboratorial classicamente associado à gestação, especialmente na avaliação inicial de gravidez, gestação ectópica e perdas gestacionais…...
Revisão publicada em fevereiro de 2026 na Obstetrics & Gynecology apresenta uma análise comparativa das principais diretrizes internacionais para manejo dos cânceres ginecológicos em pacientes com desejo de preservação da fertilidade Atualmente, uma parcela significativa dos diagnósticos de câncer ginecológico ocorre antes da menopausa. Dados epidemiológicos dos Estados Unidos apontam que cerca de 37,9% dos…...
A contracepção em pacientes com diagnóstico de câncer constitui um aspecto fundamental do cuidado reprodutivo, especialmente considerando os potenciais impactos do tratamento oncológico sobre a fertilidade, a saúde materna e os desfechos fetais. A escolha adequada do método contraceptivo nesse contexto requer avaliação individualizada e recomendações baseadas em evidências são essenciais para orientar profissionais de…...
A disfunção sexual pós-câncer ginecológico é uma das complicações mais prevalentes e impactantes na qualidade de vida das mulheres sobreviventes dessa condição. Estudos mostram que até 90% das pacientes com histórico de câncer ginecológico apresentam algum grau de disfunção sexual, em contraste com cerca de 40% da população feminina geral, evidenciando a magnitude e a…...