Em abril de 2024, foram publicadas as diretrizes sobre incontinência urinária de esforço (IUE) feminina pela Canadian Urological Association, cujo objetivo foi abordar tópicos importantes para a avaliação, aconselhamento, tratamento cirúrgico e não cirúrgico da IUE e o manejo de complicações da cirurgia. Apresentamos a seguir as principais considerações do documento. Observação: Devido à variação…...
Ensaio clínico randomizado publicado no AJOG avalia os efeitos da estrogenioterapia vaginal nos distúrbio do assoalho pélvico em mulheres na pós-menopausa com prolapso genital que serão submetidas a correção cirúrgica Apesar de ser reconhecido o papel do estrogênio não somente no epitélio vaginal, mas também no tecido conjuntivo, uretra, bexiga, ligamentos e musculatura do assoalho…...
Artigo publicado no AJOG mostra o papel da estrogenioterapia vaginal em reduzir > 50% da frequência de eventos em pacientes com diagnóstico de ITU recorrente Segundo diversos consensos e diretrizes na área de Uroginecologia, a estrogenioterapia (ET) vaginal de baixa dosagem é considerada uma medida importante para a prevenção de infecções recorrentes do trato urinário…...
A cistite intersticial, também conhecida como síndrome da bexiga dolorosa, é uma condição crônica caracterizada por dor pélvica, urgência e frequência urinária cuja investigação e tratamento são multifacetados. A abordagem terapêutica desta condição pode ser didaticamente dividida em 6 linhas de tratamento apresentadas a seguir: Primeira linha de tratamento: Medidas educativas & conservadoras 1. Orientação…...
Revisão sistemática e metanálise publicada no AJOG (American Journal of Obstetrics & Gynecology) apresenta dados sobre os fatores de risco associados ao prolapso de órgãos pélvicos (POP) O prolapso de órgãos pélvicos (POP) é uma condição comum que prejudica muitas mulheres em todo o mundo. Estudos mostram que o risco vitalício de uma mulher ser…...
Apesar de pouco reconhecida, a disfunção por hipertonia do assoalho pélvico (high-tone pelvic floor dysfunction – HTPFD) está presente em 60-90% das pacientes como dor pélvica crônica, sendo caracterizada por tensão, fraqueza e/ou dor da musculatura do assoalho pélvico. Tem como características: As principais causas são: A suspeita clínica e diagnóstico podem ser realizados através…...