A discussão sobre terapia hormonal (TH) da menopausa após câncer de mama têm sido motivo de inúmeras revisões, consensos e reflexões recentes, propondo uma discussão mais individualizada e menos baseada em contraindicações absolutas. Entretanto, este tema tão sensível ainda exige cautela, transparência sobre as incertezas e decisão compartilhada centrada na paciente. Desde 1980, sabemos que…...
A Anvisa aprovou em julho de 2026 o fezolinetanto (Veoza®, Astellas), novo medicamento não hormonal para o manejo dos sintomas vasomotores moderados a intensos associados à menopausa. Já comercializado nos Estados Unidos desde 2023, o fármaco chega como uma alternativa terapêutica relevante para pacientes com contraindicação, limitações ou preferência por não utilizar terapia hormonal. Seu…...
A contracepção em pessoas que têm ou tiveram câncer de mama representa um tema de grande relevância clínica, ética e reprodutiva. Embora a gestação geralmente deva ser evitada durante o tratamento oncológico e por determinado período após sua conclusão, muitas pacientes permanecem sexualmente ativas e potencialmente férteis ao longo do tratamento e do seguimento. Nesse…...
A contracepção em pacientes com diagnóstico de câncer constitui um aspecto fundamental do cuidado reprodutivo, especialmente considerando os potenciais impactos do tratamento oncológico sobre a fertilidade, a saúde materna e os desfechos fetais. A escolha adequada do método contraceptivo nesse contexto requer avaliação individualizada e recomendações baseadas em evidências são essenciais para orientar profissionais de…...
Revisão publicada no Menopause Journal em setembro de 2025 aborda as principais evidências sobre o uso de terapia hormonal sistêmica e vaginal em sobreviventes do câncer de mama e apresenta 33 recomendações de consenso sobre o tema A sobrevida ao câncer de mama tem aumentado de forma significativa com o diagnóstico precoce e os avanços…...
A manutenção da saúde óssea em mulheres com câncer de mama representa um desafio clínico relevante, especialmente diante do uso da terapia adjuvante com inibidores da aromatase (IA). Esses agentes estão associados a um aumento significativo do risco de perda óssea e fraturas, exigindo avaliação individualizada do risco e implementação de estratégias preventivas e terapêuticas…...