O sangramento uterino anormal (SUA) é uma condição clínica importante com prevalência geral variável (10-30%) que impacta negativamente a qualidade de vida (social, física e financeira). Nas pacientes em idade reprodutiva, após exclusão de gravidez e suas intercorrências, a avaliação sistemática da sua etiologia com base no sistema 2 da FIGO (PALM-COEIN) é essencial para…...
O ácido tranexâmico (TXA) é amplamente reconhecido como uma terapia de primeira linha segura e eficaz no manejo do sangramento uterino anormal (SUA), sendo considerado o padrão de cuidado no tratamento inicial de hemorragia menstrual intensa (heavy menstrual bleeding). Sua eficácia está fundamentada em sua ação antifibrinolítica, promovendo estabilização dos coágulos e controle do sangramento…...
Utilize o roteiro abaixo como uma ferramenta prática para sistematizar informações clínicas, assegurar os dados essenciais durante a consulta e guiar decisões de forma estruturada com acesso fácil ao nosso conteúdo didático Ao seguir o roteiro apresentado, cada seção possui caixas interativas. Ao clicar nelas, você tem acesso a links para postagens relacionadas (em laranja),…...
Para estabelecer recomendações sobre o manejo do sangramento uterino anormal (SUA) considerando o diagnóstico etiológico e a idade da paciente, foram publicadas em setembro de 2023 as novas diretrizes francesas do Collège National des Gynécologues et Obstétriciens Français (CNGOF) refletindo avanços na compreensão e manejo da condição. Confira a seguir as principais recomendações e fluxogramas:…...
Contraceptivos com progestagênio isolado, como pílula oral (desogestrel ou drospirenona), implante subdérmico de etonogestrel, injetável trimestral, são amplamente escolhidos por pacientes que buscam métodos seguros e eficazes, especialmente para aquelas com contraindicações ao estrogênio. No entanto, esses métodos podem causar alterações no padrão de sangramento , como sangramentos irregulares, prolongados ou intermitentes, que são uma…...
Caso clinico – PGS, 32 anos, G0P0 comparece com queixa de fadiga, tontura e aumento importante da duração e do fluxo menstrual há 3 meses após ter iniciado uso de anticoagulante (rivaroxabana 20 mg 1x/dia) e ter parado ACO devido ao diagnóstico de TVP em membro inferior direito. Nega outras comorbidades, vícios ou antecedentes familiares…...