A avaliação da saúde cardiometabólica deve integrar a prática ginecológica ao longo de toda a vida da mulher. Nesse contexto, a calculadora PREVENT (Predicting Risk of Cardiovascular Disease EVENTs), apresentada pela American Heart Association, representa uma ferramenta contemporânea para estimativa do risco cardiovascular global e seu uso tem sido incorporado a recomendações nacionais e internacionais…....
Position Paper conjunto da FIGO (Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia) e IMS (International Menopause Society) reforça a importância do cuidado precoce para reduzir as consequências a longo prazo da insuficiência ovariana prematura e da menopausa precoce. A insuficiência ovariana prematura (IOP), definida pela perda transitória ou definitiva da função ovariana antes dos 40 anos,…...
As infecções do trato urinário recorrentes (ITUr) representam uma causa frequente de morbidade em mulheres, com maior relevância clínica na peri e pós-menopausa. Após um primeiro episódio de ITU, cerca de 19% a 36% das mulheres podem apresentar recorrência em meses subsequentes, e essa taxa pode chegar a aproximadamente 55% após a menopausa. Nesse período,…...
Estudo publicado no Journal of Minimally Invasive Gynecology investiga valor de corte ideal para encaminhamento para histeroscopia, com avaliação especial de usuárias de SERMs Em pacientes com sangramento na pós-menopausa, a avaliação endometrial por ultrassonografia transvaginal (USTV) é essencial na investigação. Apesar de estar mais comumente ligado à atrofia endometrial, terapia hormonal e pólipos, casos…...
Artigo publicado na Maturitas propõe uma ampliação do conceito de síndrome geniturinária, reconhecendo diferentes contextos e classificando-a em sete subtipos de acordo com sua etiologia. A denominada Síndrome Geniturinária da Menopausa (SGM/SGUM) foi formalmente introduzida em 2014 pela International Society for the Study of Women’s Sexual Health e pela North American Menopause Society, substituindo o…...
A terapia hormonal permanece uma das principais estratégias terapêuticas para mulheres na peri e pós-menopausa, tornando fundamental que sua prescrição seja baseada em formulações com eficácia, segurança e qualidade adequadamente estabelecidas. Paralelamente, observa-se preocupação crescente com a utilização de hormônios bioidênticos manipulados, frequentemente promovidos como alternativas mais “naturais”, individualizadas ou potencialmente mais seguras que a…...