A avaliação da saúde cardiometabólica deve integrar a prática ginecológica ao longo de toda a vida da mulher. Nesse contexto, a calculadora PREVENT (Predicting Risk of Cardiovascular Disease EVENTs), apresentada pela American Heart Association, representa uma ferramenta contemporânea para estimativa do risco cardiovascular global e seu uso tem sido incorporado a recomendações nacionais e internacionais…....
A avaliação da saúde cardiometabólica constitui um dos pilares fundamentais da assistência ginecológica em todas as fases da vida da mulher. Nesse contexto, é essencial que o ginecologista esteja atualizado quanto às novas estratégias de estratificação do risco cardiovascular e às intervenções voltadas à sua redução, integrando a prevenção cardiovascular à prática clínica cotidiana. Com…...
A Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025 (DBHA 2025) representa um marco na atualização das recomendações nacionais para o diagnóstico, acompanhamento e tratamento da hipertensão arterial (HA). Elaborada de forma conjunta pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), a diretriz consolida as evidências científicas mais…...
A saúde cardiometabólica feminina ao longo do ciclo de vida exige uma abordagem própria porque os riscos, os determinantes biológicos e sociais e as janelas de vulnerabilidade diferem dos dos homens. Fatores como menarca, contracepção hormonal, gestação (incluindo diabetes e hipertensão gestacionais), síndrome dos ovários policísticos, transição menopausal, doenças autoimunes mais prevalentes em mulheres e…...
O Dia Mundial da Menopausa é celebrado todo ano no dia 18 de outubro, juntamente com o dia do Médico. O seu objetivo é aumentar a conscientização sobre a menopausa e as opções de suporte disponíveis para melhorar a saúde e o bem-estar. O tema do ano de 2024 foi Terapia Hormonal da Menopausa e,…...
A avaliação cardiovascular é um dos pilares na abordagem de pacientes no climatério. Isso tem importância não só pelo impacto negativo da própria menopausa e deficiência de estrogênio na saúde cardiometabólica (piora da função endotelial, composição corporal, resistência insulínica e perfil lipídico etc.), mas também pela maior prevalência de comorbidades relacionadas a aumento do risco…...