A histerectomia subtotal (ou supracervical) representa cerca de 4–5% das histerectomias para doenças benignas, sendo mais frequente em contextos de cirurgia minimamente invasiva. A decisão por essa técnica pode estar relacionada a fatores anatômicos, preferência cirúrgica ou ao desejo de preservação do colo uterino, embora estudos e revisões contemporâneas mostrem ausência de benefícios funcionais significativos…...
Revisão publicada no Menopause Journal em setembro de 2025 aborda as principais evidências sobre o uso de terapia hormonal sistêmica e vaginal em sobreviventes do câncer de mama e apresenta 33 recomendações de consenso sobre o tema A sobrevida ao câncer de mama tem aumentado de forma significativa com o diagnóstico precoce e os avanços…...
Position statement da European Menopause and Andropause Society (EMAS) destaca os desafios diagnósticos e terapêuticos envolvidos na abordagem de pacientes com doenças da tireoide no climatério Principais considerações: Sintomas da síndrome do climatério e distúrbios da tireoide Referência: Veja também:… Este conteúdo é apenas permitido para assinantes. Iniciar sessão Assinar Já é membro? Acesse aqui...
A endometriose é uma doença inflamatória crônica dependente de estrogênio que, embora seja mais prevalente em mulheres em idade reprodutiva, com impacto em até 5–10% dessa população, estima-se que 2–5% das mulheres após a menopausa também apresentem a condição. Dados sugerem que 17,1% dos casos ocorrem no período perimenopausa e 2,6% em mulheres já pós-menopausa…....
Apesar dos benefícios e indicações da terapia hormonal (TH) na menopausa serem consistentemente comprovados e existirem diretrizes claras para sua prescrição segura, persiste uma disparidade significativa entre o número de mulheres sintomáticas no climatério e aquelas que efetivamente utilizam TH. Essa lacuna é particularmente preocupante em mulheres com fatores de risco conhecidos para tromboembolismo venoso…...
A hiperplasia nodular focal (HNF) é a segunda lesão hepática sólida benigna mais comum, sendo identificada em aproximadamente 0,3% a 3% dos casos em estudos de autópsia. Trata-se de uma proliferação hepatocelular não neoplásica, com origem associada a uma resposta adaptativa a alterações vasculares intra-hepáticas, especialmente artérias distróficas ou lesões vasculares locais, que promovem alterações…...