terapia hormonal
A compreensão detalhada dos riscos e benefícios da terapia hormonal da menopausa (THM) em relação ao câncer de mama, assim como o manejo dos sintomas decorrentes da deficiência estrogênica em mulheres com câncer de mama, tornou-se fundamental na prática clínica atual do ginecologista. Esses dois temas, intimamente relacionados, impactam diretamente a qualidade de vida, a…...
Em coorte retrospectiva com 120 pacientes publicada em janeiro de 2026, a combinação de tirzepatida e THM esteve associada a maior perda ponderal e melhores parâmetros metabólicos. Estudo de coorte retrospectivo publicado no LANCET avaliou o impacto do uso concomitante de tirzepatida e terapia hormonal da menopausa (THM) na perda de peso e em parâmetros…...
A hiperplasia endometrial (HE) é uma lesão proliferativa do endométrio considerada precursora do câncer endometrial, particularmente relevante em mulheres com fatores de risco, como obesidade, anovulação crônica e uso de estrogênio sem oposição. De acordo com a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS, 2014), a HE é dividida em duas categorias: HE sem atipia…...
Estudo prospectivo brasileiro publicado na Menopause avalia o perfil farmacocinético de implante bioabsorvível de estradiol em mulheres histerectomizadas com sintomas climatéricos As demandas crescentes por intervenções eficazes no manejo dos sintomas climatéricos reforçam a relevância da pesquisa translacional e da inovação em terapias hormonais, especialmente na busca por opções que conciliem conveniência, estabilidade farmacocinética, eficácia,…...
O sangramento pós-menopausa é um motivo frequente de atendimento ginecológico e, apesar da necessidade de investigação e exclusão de hiperplasia e câncer de endométrio, está relacionado a condições benignas na maioria dos casos. Para um manejo seguro e eficiente, diretrizes robustas são fundamentais, permitindo equilibrar a necessidade de investigação precoce com a minimização de procedimentos…...
A histerectomia subtotal (ou supracervical) representa cerca de 4–5% das histerectomias para doenças benignas, sendo mais frequente em contextos de cirurgia minimamente invasiva. A decisão por essa técnica pode estar relacionada a fatores anatômicos, preferência cirúrgica ou ao desejo de preservação do colo uterino, embora estudos e revisões contemporâneas mostrem ausência de benefícios funcionais significativos…...