A hiperplasia endometrial (HE) é uma lesão proliferativa do endométrio considerada precursora do câncer endometrial, particularmente relevante em mulheres com fatores de risco, como obesidade, anovulação crônica e uso de estrogênio sem oposição. De acordo com a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS, 2014), a HE é dividida em duas categorias: HE sem atipia…...
Estudo prospectivo brasileiro publicado na Menopause avalia o perfil farmacocinético de implante bioabsorvível de estradiol em mulheres histerectomizadas com sintomas climatéricos As demandas crescentes por intervenções eficazes no manejo dos sintomas climatéricos reforçam a relevância da pesquisa translacional e da inovação em terapias hormonais, especialmente na busca por opções que conciliem conveniência, estabilidade farmacocinética, eficácia,…...
O sangramento pós-menopausa é um motivo frequente de atendimento ginecológico e, apesar da necessidade de investigação e exclusão de hiperplasia e câncer de endométrio, está relacionado a condições benignas na maioria dos casos. Para um manejo seguro e eficiente, diretrizes robustas são fundamentais, permitindo equilibrar a necessidade de investigação precoce com a minimização de procedimentos…...
A histerectomia subtotal (ou supracervical) representa cerca de 4–5% das histerectomias para doenças benignas, sendo mais frequente em contextos de cirurgia minimamente invasiva. A decisão por essa técnica pode estar relacionada a fatores anatômicos, preferência cirúrgica ou ao desejo de preservação do colo uterino, embora estudos e revisões contemporâneas mostrem ausência de benefícios funcionais significativos…...
O Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos anunciou no dia 09 de novembro de 2025 atualizações nos rótulos dos medicamentos para terapia hormonal (TH) da menopausa. Entre as principais atualizações, destacam-se a remoção das advertências em caixa-preta (“black-boxing”) sobre risco de doenças cardiovasculares, AVC, câncer de mama e demência, a eliminação da recomendação…...
GHS, 52 anos, em uso de Oestrogel® e Utrogestan® há 4 meses para manejo de sintomas climatéricos, comparece para esclarecimento após amiga que utiliza um composto manipulado de “hormônios bioidênticos” (E2+E3 e P4) sugerir a troca, alegando serem “mais naturais e seguros”. Pergunta da paciente: Devo trocar a minha terapia por formulações manipuladas? O que…...