Estudo coorte multicêntrico publicado no JAMA Network reforça que a terapia de reposição hormonal é uma estratégia segura após salpingo-ooforectomia redutora de risco A terapia de reposição hormonal (TRH) após ooforectomia redutora de risco em mulheres portadoras de variantes patogênicas nos genes BRCA representa um tema de grande relevância clínica, especialmente devido ao elevado risco…...
A ressonância magnética (RM) das mamas consolidou-se nas últimas décadas como o método de imagem mais sensível para a detecção do câncer de mama, com valores que podem ultrapassar 90–95% de sensibilidade quando realizada com contraste paramagnético. Esse elevado desempenho decorre de sua capacidade de avaliar não apenas características morfológicas, mas também aspectos funcionais relacionados…...
A Comissão Nacional de Mamografia do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), em conjunto com a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) publicou em dezembro de 2022 um parecer baseado no consenso entre especialistas sugerindo as principais recomendações de exames de imagem para avaliação pré-operatória de cirurgia mamária…...
A compreensão detalhada dos riscos e benefícios da terapia hormonal da menopausa (THM) em relação ao câncer de mama, assim como o manejo dos sintomas decorrentes da deficiência estrogênica em mulheres com câncer de mama, tornou-se fundamental na prática clínica atual do ginecologista. Esses dois temas, intimamente relacionados, impactam diretamente a qualidade de vida, a…...
A síndrome geniturinária da menopausa (SGM) constitui uma condição crônica e altamente prevalente entre sobreviventes de câncer de mama, especialmente naquelas submetidas à quimioterapia e à terapia endócrina adjuvante. Estudos indicam que entre 50% e 75% dessas pacientes relatam sintomas geniturinários, frequentemente mais intensos do que na população geral na pós-menopausa. Além disso, mulheres em…...
O câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente entre mulheres em todo o mundo e permanece como uma das principais causas de mortalidade feminina. Apesar de sua alta incidência — com taxa ajustada de 41,89 casos por 100.000 mulheres/ano no Brasil e risco vitalício de cerca de 13,1% em países desenvolvidos (equivalente…...