A Comissão Nacional de Mamografia do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), em conjunto com a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) publicou em dezembro de 2022 um parecer baseado no consenso entre especialistas sugerindo as principais recomendações de exames de imagem para avaliação pré-operatória de cirurgia mamária…...
Fibroadenoma e tumor filodes benigno compõem o espectro das lesões fibroepiteliais (bifásicas) benignas da mama, condições prevalentes na prática clínica. Estima-se que até 10% das mulheres serão diagnosticadas com fibroadenomas ao longo da vida, sendo estes responsáveis por uma parcela significativa das biópsias mamárias benignas. Apesar dessa alta prevalência, o manejo dessas lesões historicamente apresenta…...
A contracepção em pacientes com diagnóstico de câncer constitui um aspecto fundamental do cuidado reprodutivo, especialmente considerando os potenciais impactos do tratamento oncológico sobre a fertilidade, a saúde materna e os desfechos fetais. A escolha adequada do método contraceptivo nesse contexto requer avaliação individualizada e recomendações baseadas em evidências são essenciais para orientar profissionais de…...
A utilização de implantes mamários para fins estéticos ou reconstrutivos está estabelecida há mais de cinco décadas, com ampla variedade de modelos atualmente disponíveis, incluindo implantes com soro fisiológico, gel de silicone em diferentes graus de coesividade (como os chamados form-stable ou “gummy bear”) e texturas, modelos de duplo lúmen e materiais menos usuais. Cerca…...
A investigação do câncer hereditário é um componente essencial da prática clínica moderna, pois permite identificar indivíduos e famílias com risco aumentado para o desenvolvimento de neoplasias ao longo da vida. Estima-se que 5–10% de todos os cânceres estejam associados a mutações germinativas patogênicas, proporção que pode ser ainda maior em tumores de início precoce…...
O câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente entre mulheres em todo o mundo e permanece como uma das principais causas de mortalidade feminina. Apesar de sua alta incidência — com taxa ajustada de 41,89 casos por 100.000 mulheres/ano no Brasil e risco vitalício de cerca de 13,1% em países desenvolvidos (equivalente…...