A infecção pelo papilomavírus humano (HPV) é extremamente prevalente entre indivíduos que mantêm ou já mantiveram atividade sexual, inclusive entre aqueles que utilizam preservativos de forma consistente. Estima-se que aproximadamente 70% a 80% das pessoas serão infectadas ao longo da vida, sobretudo nos primeiros cinco anos após o início da atividade sexual, sendo que a…...
A incorporação de dispositivos (brinquedos) sexuais na prática ginecológica contemporânea reflete o reconhecimento da sexualidade como componente essencial do bem-estar físico, emocional e relacional. Do ponto de vista clínico, dispositivos sexuais são objetos projetados para aumentar a excitação, facilitar a penetração e auxiliar terapeuticamente em diversas disfunções sexuais, podendo desempenhar papel terapêutico relevante em condições…...
O Mycoplasma genitalium é um agente de infecção sexualmente transmissível (IST) emergente, associada à uretrite não gonocócica, cervicite e doença inflamatória pélvica, com prevalência estimada entre 1% e 3% na população geral e taxas mais elevadas em populações de maior risco (4 a 38% em clínicas especializadas em ISTs). A crescente identificação de resistência aos…...
Revisão sistemática com metanálise destaca a forte correlação entre a predominância ou não dos lactobacilos e os desfechos reprodutivos na Reprodução Assistida Apesar dos avanços da reprodução assistida, uma grande parcela dos insucessos em técnicas como a fertilização in vitro permanece sem explicação. Neste contexto, a microbiota vaginal aparece como um dos fatores-chave na determinação…...
Desafio do consultório – Paciente de 62 anos, diabética em uso de dapagliflozina, apresenta prurido intenso, ardor e dor vulvar há 3 semanas com extensão progressiva, sem melhora após uso de “cremes e pomadas cicatrizantes”. Nega corrimento vaginal. Ao exame, observa-se: Com base neste caso, responda as perguntas interativas a seguir: Perguntas Verificar Respostas Reiniciar…...
A cultura para fungos é o método padrão-ouro para identificação e diferenciação de Candida spp., especialmente em cenários recorrentes. Contudo, seu papel precisa ser avaliado de forma criteriosa pois não distingue isoladamente infecção ativa de colonização, uma vez que a Candida, sobretudo C. albicans, pode compor a microbiota vaginal normal de forma comensal. Ou seja, um…...