As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) constituem um importante problema de saúde pública em nível global, não apenas pela elevada morbidade associada, mas também pelos significativos custos econômicos e sociais envolvidos. Além disso, a implementação de políticas eficazes de prevenção, diagnóstico e tratamento exerce impacto direto na redução da incidência dessas infecções. Nesse contexto, a testagem,…...
Em março de 2026, foi publicada a Nota Técnica nº 32/2026-CGICI/DPNI/SVSA/MS estabelece a recomendação de inclusão da vacinação contra o HPV como estratégia de prevenção secundária no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. A medida direciona-se a mulheres tratadas por lesões intraepiteliais cervicais de alto grau (NIC 2+ e adenocarcinoma in situ…...
A detecção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) por meio de testes de amplificação de ácidos nucleicos (NAAT, do inglês nucleic acid amplification tests) representa atualmente o padrão-ouro diagnóstico para diversos patógenos, incluindo Chlamydia trachomatis, Neisseria gonorrhoeae, Trichomonas vaginalis e Mycoplasma genitalium. Esses métodos apresentam elevada sensibilidade e especificidade, permitindo a identificação de infecções mesmo em…...
Revisão sistemática compara as principais modalidades terapêuticas em relação a resposta, vantagens, desvantagens e taxa de recorrência A lesão intraepitelial escamosa de alto grau da vulva (vHSIL) representa uma condição pré-maligna associada principalmente à infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV) de alto risco. Classificada dentro do espectro da neoplasia intraepitelial vulvar (NIV), sua incidência varia…...
O Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União uma portaria no dia 10 de março de 2026 que amplia, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o uso da doxiciclina como profilaxia pós-exposição (Doxi-PEP) para prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) bacterianas, especialmente sífilis e clamídia. A estratégia consiste na administração de…...
A vaginose bacteriana (VB) permanece como uma das condições ginecológicas mais prevalentes e desafiadoras, especialmente devido às elevadas taxas de recorrência, que atingem aproximadamente 50–60% das mulheres dentro de 6 a 9 meses, mesmo após terapias inicialmente eficazes. Embora os esquemas antimicrobianos disponíveis apresentem boa resposta clínica no curto prazo, a recorrência frequente levanta questionamentos…...