A atualização das diretrizes do American College of Obstetricians and Gynecologists propões diferentes estratégias de rastreamento adaptadas às características e ao perfil das pacientes O American College of Obstetricians & Gynecologists (ACOG) publicou suas recomendações atualizadas para o rastreamento do câncer do colo do útero em pacientes de risco habitual com base nas publicações mais…...
Em março de 2026, foi publicada a Nota Técnica nº 32/2026-CGICI/DPNI/SVSA/MS estabelece a recomendação de inclusão da vacinação contra o HPV como estratégia de prevenção secundária no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. A medida direciona-se a mulheres tratadas por lesões intraepiteliais cervicais de alto grau (NIC 2+ e adenocarcinoma in situ…...
Nos últimos anos, o conhecimento científico sobre a história natural da infecção pelo HPV, aliado ao desenvolvimento e validação de testes moleculares de alta sensibilidade e especificidade, permitiu uma mudança de paradigma nos programas de rastreamento. Diferentemente do modelo tradicional baseado no exame citopatológico, os testes de DNA-HPV oncogênico demonstraram superioridade na identificação de lesões…...
Diretriz publicada em junho de 2025 pela European Society of Gynecological Oncology (ESGO) traz recomendações sobre tratamento e acompanhamento de cânceres ginecológicos durante a gestação O diagnóstico de câncer durante a gestação é raro, ocorrendo em cerca de 2 a 5 a cada 100 mil gestações, mas representa um dos cenários mais complexos da oncologia…...
O adenocarcinoma in situ (AIS) do colo uterino é uma lesão precursora do adenocarcinoma invasivo, associada principalmente à infecção persistente por HPV de alto risco, especialmente os tipos 16 e 18. Diferentemente das lesões escamosas, o AIS apresenta maior risco de multifocalidade e de lesões descontínuas (“skip lesions”), o que exige condutas diagnósticas e terapêuticas…...
O teste de DNA-HPV consolidou-se como a base moderna do rastreamento do câncer do colo do útero por identificar, de forma direta, a infecção pelos tipos virais associados à carcinogênese cervical. Em comparação a estratégias históricas, oferece maior sensibilidade para detectar risco, permitindo intervenções mais oportunas e redução de desfechos avançados. Para que cumpra seu…...