A atualização das diretrizes do American College of Obstetricians and Gynecologists propões diferentes estratégias de rastreamento adaptadas às características e ao perfil das pacientes O American College of Obstetricians & Gynecologists (ACOG) publicou suas recomendações atualizadas para o rastreamento do câncer do colo do útero em pacientes de risco habitual com base nas publicações mais…...
Revisão publicada em fevereiro de 2026 na Obstetrics & Gynecology apresenta uma análise comparativa das principais diretrizes internacionais para manejo dos cânceres ginecológicos em pacientes com desejo de preservação da fertilidade Atualmente, uma parcela significativa dos diagnósticos de câncer ginecológico ocorre antes da menopausa. Dados epidemiológicos dos Estados Unidos apontam que cerca de 37,9% dos…...
Em março de 2026, foi publicada a Nota Técnica nº 32/2026-CGICI/DPNI/SVSA/MS estabelece a recomendação de inclusão da vacinação contra o HPV como estratégia de prevenção secundária no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. A medida direciona-se a mulheres tratadas por lesões intraepiteliais cervicais de alto grau (NIC 2+ e adenocarcinoma in situ…...
Ensaio clínico randomizado publicado no The New England Journal of Medicine reforça segurança no esquema proposto pela OMS de dose única na vacina contra o HPV A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) é reconhecida como a estratégia isolada mais eficaz para a redução da incidência do câncer de colo do útero. Apesar desse potencial,…...
Nos últimos anos, o conhecimento científico sobre a história natural da infecção pelo HPV, aliado ao desenvolvimento e validação de testes moleculares de alta sensibilidade e especificidade, permitiu uma mudança de paradigma nos programas de rastreamento. Diferentemente do modelo tradicional baseado no exame citopatológico, os testes de DNA-HPV oncogênico demonstraram superioridade na identificação de lesões…...
O adenocarcinoma in situ (AIS) do colo uterino é uma lesão precursora do adenocarcinoma invasivo, associada principalmente à infecção persistente por HPV de alto risco, especialmente os tipos 16 e 18. Diferentemente das lesões escamosas, o AIS apresenta maior risco de multifocalidade e de lesões descontínuas (“skip lesions”), o que exige condutas diagnósticas e terapêuticas…...