A hiperplasia endometrial (HE) é uma lesão proliferativa do endométrio considerada precursora do câncer endometrial, particularmente relevante em mulheres com fatores de risco, como obesidade, anovulação crônica e uso de estrogênio sem oposição. De acordo com a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS, 2014), a HE é dividida em duas categorias: HE sem atipia…...
Estudo prospectivo brasileiro publicado na Menopause avalia o perfil farmacocinético de implante bioabsorvível de estradiol em mulheres histerectomizadas com sintomas climatéricos As demandas crescentes por intervenções eficazes no manejo dos sintomas climatéricos reforçam a relevância da pesquisa translacional e da inovação em terapias hormonais, especialmente na busca por opções que conciliem conveniência, estabilidade farmacocinética, eficácia,…...
Apresentamos a seguir o guia prático para o manejo da menopausa baseado no toolkit desenvolvido pelo Women’s Health Research Program da Universidade Monash, sob a liderança da Professora Susan Davis, inicialmente lançado em 2023 e atualizado em 2025. Trata-se de um documento endossados pelas sociedades: Australasian Menopause Society (AMS)British Menopause Society (BMS)Endocrine Society of Australia…...
O sangramento pós-menopausa é um motivo frequente de atendimento ginecológico e, apesar da necessidade de investigação e exclusão de hiperplasia e câncer de endométrio, está relacionado a condições benignas na maioria dos casos. Para um manejo seguro e eficiente, diretrizes robustas são fundamentais, permitindo equilibrar a necessidade de investigação precoce com a minimização de procedimentos…...
Hemangiomas hepáticos são as lesões benignas mais comuns do fígado, com prevalência estimada na população geral que varia de 0,4 a 20%, predominando em mulheres entre os 30 e 50 anos (4:1 em relação aos homens). Tratam-se de lesões vasculares mesenquimais, constituídas por aglomerados de cavidades preenchidas por sangue, revestidas por células endoteliais, variando em…...
A histerectomia subtotal (ou supracervical) representa cerca de 4–5% das histerectomias para doenças benignas, sendo mais frequente em contextos de cirurgia minimamente invasiva. A decisão por essa técnica pode estar relacionada a fatores anatômicos, preferência cirúrgica ou ao desejo de preservação do colo uterino, embora estudos e revisões contemporâneas mostrem ausência de benefícios funcionais significativos…...